Get Adobe Flash player

A Evolução das Impressões

Na primitiva manufactura de sacos pequenos para mercearia e drogaria, a impressão era feita saco a saco, numa pequena impressora tipográfica a que se chamava vulgarmente “ Minerva”. Os “tipos” (letras em chumbo) eram aglutinados para formar os dizeres a imprimir e o conjunto fixado na “maxila” que pressionava o saco.

Quando se avançou para os sacos maiores muti-folhas, manuais, procedia-se à impressão tipográfica das folhas exteriores, uma a uma, em grandes impressoras de arrasto horizontal. Eram usadas gravuras em zinco, assentes em placas de contraplacado para fixar na mesa de arrasto. Com as folhas impressas formavam-se conjuntos (arreadas) com as folhas interiores do futuro saco, cujo tubo era manualmente formado à volta de uma placa de madeira.

Quando se iniciou a produção mecânica, a impressão passou a ser em flexografia, com gravuras de borracha recortadas à mão e pregadas em rolos de madeira para instalar nas máquinas de tubos. Das gravuras recortadas manualmente evoluiu-se para gravuras de borracha fundida sobre matrizes em cartão especial, gravadas também a quente por meio de originais de zinco.

Inicialmente, em impressões simples, as gravuras eram fixadas isoladamente o que tornava bastante difícil o seu acerto, tendo-se avançado para a aplicação de uma tela base onde se fixavam os vários elementos e que depois era movimentada numa só peça sobre os rolos.

Com a mudança para rolos metálicos, agora em alumínio, e o aparecimento das placas de impressão completas, em poliuretano celular de grande durabilidade e precisão, traduzindo exactamente a imagem que se cria e se pretende, foi-nos possível desenvolver impressões e linha, nas máquinas de tubos, com uma perfeição que rivaliza com a que é obtida em pré-impressoras sofisticadas.

Este avanço tecnológico trouxe alguns ganhos de rentabilidade, rapidez e versatilidade, mais adequados às actuais condições de mercado.